Testemunhos para a Igreja 7

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Capítulo 48 — Os pastores e os negócios

Foram-me dadas instruções quanto à importância de nossos pastores se manterem livres das responsabilidades que devem, em grande medida, pesar sobre os homens de negócios. Encontrava-me uma noite, em visão, numa reunião de vários de nossos irmãos que têm a responsabilidade da obra. Eles se achavam profundamente perplexos com relação às questões financeiras, e se consultavam acerca da maneira como a obra poderia ser dirigida com mais êxito. Pensavam alguns que o número dos obreiros deveria ser limitado, conseguindo-se apesar disso todos os resultados essenciais. Um dos irmãos, que ocupava uma posição de responsabilidade, estava expondo seus planos e declarando o que ele desejava ver executado. Vários outros apresentaram pontos a considerar. Então ergueu-Se Alguém de dignidade e autoridade, e passou a expor princípios para nossa orientação. A vários pastores, disse Aquele que falava: T7 246.1

“Sua obra não é o controle de questões financeiras. Não é sábio de sua parte o empreendê-lo. Deus tem responsabilidades para vocês, mas se forem dirigir setores de trabalho para os quais não estão aptos, seus esforços para apresentar a Palavra serão malsucedidos. Isso lhes trará um desânimo que os tornará incapazes para a verdadeira obra que deveriam executar — uma obra que exige cuidadoso discernimento, e juízo são e desinteressado.” T7 246.2

Os que são empregados para escrever e pregar a Palavra devem assistir a menos reuniões de comissões. Devem confiar muitas questões de menor importância a homens de aptidões administrativas, evitando assim manterem-se numa contínua tensão que lhes roube à mente o vigor natural. Devem dar muito mais atenção à conservação da saúde física; pois o vigor mental depende grandemente do físico. Os devidos períodos de sono e repouso, e abundância de exercício corporal, são essenciais à saúde física assim como à mental. Roubar à natureza suas horas de repouso e restauração, por permitir-se a um homem fazer o trabalho de quatro, ou de três, ou mesmo de dois, irá resultar em perda irreparável. T7 247.1