Conselhos sobre Mordomia

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Capítulo 18 — Provemos o Senhor

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na Minha casa, e depois fazei prova de Mim, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do Céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.” Obedeceremos a Deus trazendo todos os nossos dízimos e ofertas, a fim de que haja mantimento para atender às necessidades dos famintos do pão da vida? Deus vos convida a prová-Lo agora, ao chegar o fim do ano velho, e permitir que o novo ano vos encontre com os tesouros de Deus repletos. [...] CM 57.1

Diz-nos Ele que abrirá as janelas do Céu e derramará sobre nós uma bênção tal, que dela nos advirá a maior abastança. Empenha Sua palavra: “E por causa de vós repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.” Assim Sua palavra é a nossa segurança de que Ele de tal maneira nos abençoará que ainda teremos maiores dízimos e ofertas para dar. “Tornai vós para Mim, e Eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos.” CM 57.2

Irmãos, cumprireis as condições? Ofertareis voluntária, alegre e abundantemente? As missões estrangeiras pedem meios da América do Norte. Pedirão em vão? As missões nacionais muito necessitam de dinheiro; foram estabelecidas pela fé, em diferentes partes do Campo. Serão elas deixadas a definhar e perecer? Não nos ergueremos? Deus ajude Seu povo a fazer o melhor que possa. CM 57.3

Nenhum risco se corre — Oh, que graciosas, plenas, completas garantias nos são dadas, se tão-somente fizermos o que Deus pede que façamos! Apegai-vos a essa questão como se crêsseis que o Senhor faria justamente como prometeu. Aventuremos alguma coisa sob a Palavra de Deus. Em seu ardente desejo de enriquecer, muitas pessoas correm grandes riscos, passam por alto eternas considerações e sacrificam nobres princípios, contudo podem perder tudo nesse jogo. Mas, ao atender aos convites celestes nenhum risco temos que correr. Devemos pegar a Deus pela palavra, e, em simplicidade de fé, andar segundo a promessa e dar ao Senhor o que Lhe pertence. — The Review and Herald, 18 de Dezembro de 1888. CM 57.4

Uma razão para a adversidade — Muitos dos que professam ser cristãos provêem abundantemente para si mesmos, suprindo todas as suas necessidades imaginárias, ao passo que nenhuma atenção dão às necessidades da causa do Senhor. Pensam ser ganho roubar a Deus, retendo tudo ou uma egoísta proporção de Suas dádivas como sendo deles. Porém se defrontam com perda em vez de ganho. Sua atitude resulta na supressão da misericórdia e das bênçãos. Os homens têm perdido muito devido ao seu espírito egoísta e avarento. Tivessem eles reconhecido plena e francamente as reivindicações de Deus, atendendo-Lhe as exigências, ter-se-ia Sua bênção manifestado no aumento do produto da terra. Maiores teriam sido as colheitas. As necessidades de todos teriam sido abundantemente supridas. Quanto mais dermos, tanto mais receberemos. — The Review and Herald, 8 de Dezembro de 1896. CM 57.5

Promessas juntamente com as ordens de Deus — Dever é dever, e deve ser realizado por amor a ele. Mas o Senhor tem compaixão de nós, na nossa condição caída, e acompanha Suas ordens com promessas. Ele convida Seu povo a prová-Lo, declarando que recompensará a obediência com as mais ricas bênçãos. [...] Anima-nos Ele a Lhe darmos, declarando que a recompensa que nos dará será proporcional às nossas dádivas a Ele. “O que semeia em abundância, em abundância também ceifará.” Deus não é injusto para que Se esqueça do vosso labor, do vosso trabalho de amor. CM 58.1

Quão terno, quão fiel é Deus para conosco! Dá-nos, em Cristo, as mais ricas bênçãos. Por Ele, põe Sua assinatura no contrato que conosco fez. — The Review and Herald, 3 de Dezembro de 1901. CM 58.2