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Parábola da ovelha perdida

A linda parábola que Cristo proferiu, da ovelha perdida, do pastor que deixou as noventa e nove para ir em busca da que se perdera, ilustra a obra de Cristo, a condição do pecador, e o regozijo do Universo sobre a salvação de uma alma. O pastor não passou os olhos descuidadamente sobre as ovelhas, dizendo então: “Tenho noventa e nove, e dar-me-ia muito trabalho sair em busca da tresmalhada; que venha de volta, e lhe abrirei a porta do curral, para que entre; mas não irei em sua busca.” Não; assim que a ovelha se desencaminhou, o semblante do pastor se encheu de tristeza e ansiedade. Conta e reconta o rebanho, e quando se certifica de que uma ovelha se perdeu, não tosqueneja. Deixa no redil as noventa e nove e, embora escura e tempestuosa a noite, e desagradável e perigoso o caminho, e longo e tedioso o serviço, ele não se cansa, não hesita, até que encontre a perdida. E encontrada, põe aos ombros a ovelha cansada e exausta e, contente e grato por não ter sido em vão a busca, leva de volta ao aprisco a extraviada. Sua gratidão, exprime-a nos melodiosos cânticos de alegria, e convoca seus amigos e vizinhos, dizendo-lhes: “Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.” Lucas 15:6. Assim, quando é reavida pelo grande Pastor das ovelhas uma alma transviada, anjos celestiais correspondem à nota de alegria do Pastor. Encontrada a perdida, Céu e Terra se unem em ações de graças e regozijo. “Haverá alegria no Céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” Lucas 15:7. ME1 339.1